Sobe para 37 nº de possíveis vítimas de cardiologista preso por suspeita de crimes sexuais no RS
'Dopava e praticava estupros'; médico é preso no RS por suspeita de crimes sexuais Subiu para 37 o número de possíveis vítimas do cardiologista Daniel Pere...
'Dopava e praticava estupros'; médico é preso no RS por suspeita de crimes sexuais Subiu para 37 o número de possíveis vítimas do cardiologista Daniel Pereira Kollet, preso preventivamente em Taquara, na Região Metropolitana de Porto Alegre, informou a Polícia Civil nesta quinta-feira (9). Todas são mulheres que registraram ocorrência e já prestaram depoimento. PERFIL: quem é o médico suspeito de crimes sexuais 'Dopava e praticava estupros', diz delegado sobre cardiologista 'Não reagi por medo, surpresa', relata paciente Segundo o delegado Valeriano Garcia Neto, são pacientes e funcionárias que trabalharam com o médico de 55 anos. São apurados os possíveis crimes de importunação sexual, violação sexual mediante fraude, estupro e estupro de vulnerável. Na quarta-feira (8), agentes fizeram buscas em endereços ligados a Kollet. Foram apreendidos pendrives, telefones e computadores. O próximo passo será analisar o conteúdo do material recolhido. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Está previsto para as próximas horas o depoimento da esposa do cardiologista, na condição de testemunha. Ela trabalhou no consultório onde os crimes teriam ocorrido. O g1 entrou em contato com a defesa de Daniel Pereira Kollet, mas não teve retorno até a mais recente atualização desta reportagem. Em manifestação anterior, o advogado Ademir Campana informou que "seu cliente não reconhece as imputações que lhe são atribuídas". Leia abaixo Denúncias anônimas pode ser feitas no telefone (51) 98443-3481. Médico é preso suspeito de crimes sexuais contra pacientes no RS Divulgação/Polícia Civil O que diz a defesa "O escritório CAMPANA ADVOGADOS informa que, na tarde de ontem (quarta-feira, 1º), a Justiça autorizou o acesso aos autos do processo, até então sob sigilo, que originaram o mandado de prisão de seu cliente. Embora tenham sido divulgadas pela autoridade policial, em inúmeras entrevistas, informações acerca de um número expressivo de supostas vítimas, observa-se que, no processo que fundamentou a decretação da prisão de seu cliente, foram anexados aos autos, pela autoridade policial, apenas três casos, sendo um deles relativo a fato ocorrido no ano de 2024, o qual já se encontrava sob conhecimento da autoridade policial há mais de dois anos, sem que tenha sido realizada a oitiva do investigado para esclarecimentos. Ressalta-se que, até o presente momento, nem a defesa, tampouco o próprio cliente, tiveram ciência integral de todas as supostas vítimas que vêm sendo publicamente mencionadas pela autoridade policial. Diante disso, a defesa já adotou as medidas cabíveis, requerendo às autoridades competentes o acesso integral ao inquérito policial, bem como a identificação de todos os fatos e pessoas eventualmente envolvidos, a fim de possibilitar o pleno exercício do direito de defesa. Por fim, a defesa destaca que seu cliente não reconhece as imputações que lhe são atribuídas, aguardando o acesso integral aos autos e a todos os supostos fatos para o devido esclarecimento." O que diz o Cremers "O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers) tomou conhecimento dos fatos, e medidas administrativas já foram tomadas para investigação do caso. A situação é grave e deve ser apurada com rigor. Se comprovada a denúncia, todas as ações necessárias serão tomadas para punir os responsáveis." 'Me senti impotente e agredida', diz mulher sobre cardiologista suspeito de abuso sexual VÍDEOS: Tudo sobre o RS