cover
Tocando Agora:

'Festival que tem aspecto internacional', define Alok sobre Planeta Atlântida

Alok em entrevista ao g1 no Planeta Atlântida Na última noite do Planeta Atlântida, Alok reforçou por que continua sendo um dos nomes mais aguardados do fes...

'Festival que tem aspecto internacional', define Alok sobre Planeta Atlântida
'Festival que tem aspecto internacional', define Alok sobre Planeta Atlântida (Foto: Reprodução)

Alok em entrevista ao g1 no Planeta Atlântida Na última noite do Planeta Atlântida, Alok reforçou por que continua sendo um dos nomes mais aguardados do festival. Minutos antes de subir ao palco, o DJ falou ao g1 sobre pertencimento e a força de estar de volta ao Sul. O artista descreve uma espécie de corrente coletiva entre brasileiros, algo que ele sente tanto nas apresentações fora do país quanto em eventos históricos como o Planeta. "Toda vez que a gente vê um brasileiro cruzando as fronteiras e conquistando espaço lá fora, a gente se sente parte disso", diz. "O Planeta em si é um festival que tem um aspecto internacional também. Está há muitos anos rolando e tem uma qualidade muito boa", completa. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Para Alok, não importa o tamanho do festival em outro continente: há sempre a sensação de que há uma galera junto, torcendo e fazendo parte da caminhada. Essa presença brasileira, segundo Alok, se manifesta até quando o público está rodeado de estrangeiros: “A gente tem esse senso, que é diferente de outros países, eu vejo", opina. Ao falar do Planeta Atlântida, ele lembra que o festival construiu, ao longo dos anos, uma reputação de qualidade que o aproxima de grandes eventos globais, mas sem perder o traço mais importante: ser brasileiro. Mesmo com toda a estrutura tecnológica que acompanha os shows de música eletrônica, Alok garante que nada supera a vibração vinda da multidão. “Por mais que tenha drones hoje, tenha laser, a grande atração sempre é o público aqui”, afirma. Para ele, o Rio Grande do Sul adiciona uma dimensão própria a essa atmosfera: “Por ser no Brasil, por ser no Rio Grande do Sul, a gente tem uma energia que é muito singular, acaba sendo muito superior ao que é lá fora nessa questão de vibe", comenta. A entrega do público — como ele define — é o que mantém sua apresentação viva: “Eles realmente fazem uma entrega que é uma entrega fora de série. Então eu sou muito grato de estar aqui", revela. Alok no Planeta Atlântida 2026 Renan Mattos/ Agencia RBS VÍDEOS: Tudo sobre o Planeta Atlântida